Essa semana eu tive uma notícia ruim. Uma tia minha está doente e nessa semana foi internada. Não sabemos ainda a situação real dela, e hoje, antes do jogo da final do paulista, fui visitá-la. Confesso que fiquei impressionada. Meu primeiro pensamento foi de que nós seres humanos não somos nada. Olhe para o seu corpo nesse instante. Esse seu companheiro ai de anos passados e de anos a vir tem seus dias contados meu amigo. Não sabemos como nem quando será, mas a única certeza é que você sendo pobre, ou rico, simples ou extravagante, egoísta ou altruísta, todos temos o mesmo destino.
Pensando nisso fiquei me lembrando das vezes que passei meu tempo com essa minha tia. Quando eu e o filho dela éramos crianças costumávamos, todos nós, meus pais, eu, ele, meus tios, sairmos juntos. Passeávamos em restaurantes, praias, parques, ou mesmo um na casa do outro. Lembro de uma certa vez quando ainda existiam os parques de diversões na praia de Santos, que minha tia e minha mãe insistiram que nós tínhamos que andar num brinquedo chamado “bailarina”, pois pelo nome deveria ser bem tranqüilo. Só que eu e meu primo já tínhamos passado por esse brinquedo antes e sabíamos que a tal da “bailarina” virava uma “roqueira” de primeira. Mas foi como se falássemos com a parede. Então fomos eu e minha mãe, meu primo e minha tia. Não preciso nem contar no que deu né? Nunca vi minha mãe e minha tia gritarem tanto. Eu olhava para o chão e meu pai e meu tio só faltavam se urinar nas calças de tanto dar risada. A presilha do cabelo da minha tia voou e meu tio lá embaixo conseguiu acha-la na areia. A nossa sorte é que tínhamos combinado de ir primeiro no parque e depois numa pizzaria. Imaginem se tivéssemos feito ao contrário.
Voltando do hospital me deu essa nostalgia. Essa saudade de quando era criança e tudo era simples e bonito. Minha tia saudável e até então para mim imortal. Porque temos isso em nossa mente quando crianças. Que as pessoas que nós amamos são imortais. Só depois de uma certa idade é que percebemos que não são. Ninguém é. O que é imortal é o sentimento. Não importa o que aconteça, não importa onde a pessoa esteja.
Não sei o que o destino nos reserva, só sei que aconteça o que acontecer o que a minha tia pode dizer é que é muito amada. Muita amada pelo marido, de uma forma que me faz imaginar se algum homem ainda é assim, amada pelo filho, que confesso que na minha opinião tem uma forma estranha de mostrar, e amada por nós, eu, minha mãe e meu pai. Amigos, com um enorme carinho por aquela pessoa de risada solta, com mente aberta, que já enfrentou muita coisa e conseguirá sair dessa também. Para você, minha tia emprestada, mas muito querida, aconteça o que acontecer, onde eu ou a senhora estivermos, saiba que do meu coração você nunca saiu e nunca sairá. Disso podemos ter certeza. Melhoras. Beijos.
Pensando nisso fiquei me lembrando das vezes que passei meu tempo com essa minha tia. Quando eu e o filho dela éramos crianças costumávamos, todos nós, meus pais, eu, ele, meus tios, sairmos juntos. Passeávamos em restaurantes, praias, parques, ou mesmo um na casa do outro. Lembro de uma certa vez quando ainda existiam os parques de diversões na praia de Santos, que minha tia e minha mãe insistiram que nós tínhamos que andar num brinquedo chamado “bailarina”, pois pelo nome deveria ser bem tranqüilo. Só que eu e meu primo já tínhamos passado por esse brinquedo antes e sabíamos que a tal da “bailarina” virava uma “roqueira” de primeira. Mas foi como se falássemos com a parede. Então fomos eu e minha mãe, meu primo e minha tia. Não preciso nem contar no que deu né? Nunca vi minha mãe e minha tia gritarem tanto. Eu olhava para o chão e meu pai e meu tio só faltavam se urinar nas calças de tanto dar risada. A presilha do cabelo da minha tia voou e meu tio lá embaixo conseguiu acha-la na areia. A nossa sorte é que tínhamos combinado de ir primeiro no parque e depois numa pizzaria. Imaginem se tivéssemos feito ao contrário.
Voltando do hospital me deu essa nostalgia. Essa saudade de quando era criança e tudo era simples e bonito. Minha tia saudável e até então para mim imortal. Porque temos isso em nossa mente quando crianças. Que as pessoas que nós amamos são imortais. Só depois de uma certa idade é que percebemos que não são. Ninguém é. O que é imortal é o sentimento. Não importa o que aconteça, não importa onde a pessoa esteja.
Não sei o que o destino nos reserva, só sei que aconteça o que acontecer o que a minha tia pode dizer é que é muito amada. Muita amada pelo marido, de uma forma que me faz imaginar se algum homem ainda é assim, amada pelo filho, que confesso que na minha opinião tem uma forma estranha de mostrar, e amada por nós, eu, minha mãe e meu pai. Amigos, com um enorme carinho por aquela pessoa de risada solta, com mente aberta, que já enfrentou muita coisa e conseguirá sair dessa também. Para você, minha tia emprestada, mas muito querida, aconteça o que acontecer, onde eu ou a senhora estivermos, saiba que do meu coração você nunca saiu e nunca sairá. Disso podemos ter certeza. Melhoras. Beijos.
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