Temos comentado no blog sobre insegurança, mas sempre inclusa em outro assunto. Hoje resolvi falar somente da insegurança. Penso que não exista um ser humano na fase da Terra que não tenha sentido insegurança pelo menos uma vez na vida. E é horrível. Quando estamos inseguros, não temos paz. De certa forma estamos doentes. Uma doença que começa na sua mente, na sua imaginação. Na sua imaginação sim meus amigos porque provavelmente não há razão para que esteja inseguro. Provavelmente você está pensando que seu amado está lhe traindo quando ele ainda não está. Ou que com a crise com certeza será você o próximo desempregado, quando ainda não está. Escrevo a palavra ainda porque provavelmente irá mesmo acontecer. Não porque estou desejando isso, de forma alguma, ou que vocês estejam certos no exato momento. O problema é que quando nos tornamos inseguros, esquecemos de fazer a nossa parte e só nos concentramos no próprio medo. Esquecemos que para o relacionamento dar certo você deve cuidar-lo, alimentá-lo com amor para receber em troca amor e não com cobranças. Quem gosta de ficar com alguém que não confia na gente e se sentindo pressionado? Ninguém. É ai que seu amado pode vir a lhe trair. E seu emprego está firme e forte agora. Mas você com sua insegurança pode pensar “ah para que eu vou fazer isso, se vou ser demitido mesmo?”. Começa a não se esforçar mais, a não produzir como antes oferecendo, agora sim, razões para o seu chefe começar a pensar numa demissão. E é assim que a insegurança nos destrói. O medo foi feito para de alguma forma nos ajudar a preservar a vida. Mas às vezes não conseguimos dominá-lo.
Eu já passei por essas inseguranças e posso dizer que nenhuma valeu a pena. Se tiver que acontecer irá acontecer e não há nada que você possa fazer. Então para que se martirizar antes? Porém essa semana estou passando por uma insegurança antes não vivida. Essa semana fui roubada. E graças a Força Lá de Cima, não aconteceu nada de grave. Porém não vou ser hipócrita e dizer que tudo está bem. Não está. Eu não estou. Como andar na rua sozinha de novo? O que posso fazer, além de todas as precauções que já tomava, para não acontecer de novo? O que faço para me sentir segura de novo? Sei que no meu caso, como nos exemplos que sugeri antes, não há nada que eu possa fazer. Se tiver que acontecer irá e só posso ter fé e pedir que nada de mais grave aconteça. Mas o que sinto falta é da segurança, da paz mental. Porque hoje infelizmente isso é comum. A maioria das pessoas já passou por isso, mas e a paz que a gente tinha? E a segurança que pelo menos dentro da gente existia? O que fazer para não nos tornarmos paranóicos com o resto do mundo e nos trancafiar ainda mais como temos feito ultimamente? Ninguém olha mais ninguém na rua, ninguém mais pára para dar informações e cada vez mais nos distanciamos uns dos outros. Cada vez mais nos tornamos desconfiados. E onde isso nos levará? Essa resposta já é conhecida: em lugar nenhum. Como não nos tem levado nos últimos vinte anos.
O que mais escuto é reclamação de como a nossa sociedade está, no que ela se tornou, mas aí pergunto a vocês: Quem deixou a sociedade se tornar assim? Não fomos nós? Ao deixar de reclamar por nossos direitos, ou quando sabemos de algo errado e ficamos calados, ou quando cobram juros altos demais que nem deviam ser cobrados, ou mesmo quando votamos? Será que a sociedade brasileira ainda pensa que a política não tem nada a ver com o nosso dia a dia, como andar na rua às quinze horas da tarde e ser roubada?
Eu sei que vai passar essa minha insegurança. Como a de vocês também, seja porque vamos sofrer com outra coisa, seja com o tempo afinal o tempo cura tudo. Mas o tempo só cura tudo quando tomamos uma atitude de mudança. E há quantos anos nós jovens brasileiros não tomamos essa atitude? Eu ou mesmo você que está lendo, não podemos mudar nada sozinhos. Mas isso não nos impede de mostrar o nosso descontentamento. De mostrar como nós pensamos e não somos ignorantes o suficiente para não ver que há algo errado. Se cada um demonstrar isso, quando o brasileiro entender que são suas pequenas atitudes que mudam o país, é quando a nossa sociedade começará a ser mudada. E quem sabe para melhor.
Eu já passei por essas inseguranças e posso dizer que nenhuma valeu a pena. Se tiver que acontecer irá acontecer e não há nada que você possa fazer. Então para que se martirizar antes? Porém essa semana estou passando por uma insegurança antes não vivida. Essa semana fui roubada. E graças a Força Lá de Cima, não aconteceu nada de grave. Porém não vou ser hipócrita e dizer que tudo está bem. Não está. Eu não estou. Como andar na rua sozinha de novo? O que posso fazer, além de todas as precauções que já tomava, para não acontecer de novo? O que faço para me sentir segura de novo? Sei que no meu caso, como nos exemplos que sugeri antes, não há nada que eu possa fazer. Se tiver que acontecer irá e só posso ter fé e pedir que nada de mais grave aconteça. Mas o que sinto falta é da segurança, da paz mental. Porque hoje infelizmente isso é comum. A maioria das pessoas já passou por isso, mas e a paz que a gente tinha? E a segurança que pelo menos dentro da gente existia? O que fazer para não nos tornarmos paranóicos com o resto do mundo e nos trancafiar ainda mais como temos feito ultimamente? Ninguém olha mais ninguém na rua, ninguém mais pára para dar informações e cada vez mais nos distanciamos uns dos outros. Cada vez mais nos tornamos desconfiados. E onde isso nos levará? Essa resposta já é conhecida: em lugar nenhum. Como não nos tem levado nos últimos vinte anos.
O que mais escuto é reclamação de como a nossa sociedade está, no que ela se tornou, mas aí pergunto a vocês: Quem deixou a sociedade se tornar assim? Não fomos nós? Ao deixar de reclamar por nossos direitos, ou quando sabemos de algo errado e ficamos calados, ou quando cobram juros altos demais que nem deviam ser cobrados, ou mesmo quando votamos? Será que a sociedade brasileira ainda pensa que a política não tem nada a ver com o nosso dia a dia, como andar na rua às quinze horas da tarde e ser roubada?
Eu sei que vai passar essa minha insegurança. Como a de vocês também, seja porque vamos sofrer com outra coisa, seja com o tempo afinal o tempo cura tudo. Mas o tempo só cura tudo quando tomamos uma atitude de mudança. E há quantos anos nós jovens brasileiros não tomamos essa atitude? Eu ou mesmo você que está lendo, não podemos mudar nada sozinhos. Mas isso não nos impede de mostrar o nosso descontentamento. De mostrar como nós pensamos e não somos ignorantes o suficiente para não ver que há algo errado. Se cada um demonstrar isso, quando o brasileiro entender que são suas pequenas atitudes que mudam o país, é quando a nossa sociedade começará a ser mudada. E quem sabe para melhor.
Depois de tanto tempo sem dar aquela espiadinha básica, (grotesco, eu sei)não vejo atualização desde outubro.
ResponderExcluirEstou com saudades de ler seus textos, moça.
Estamos praticamente na metade do ano (exageros à parte)
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*Giovanna*