Quero continuar um pouco a escrever sobre o tal medo de errar que todos nós temos. Todos sim, inclusive você. Reflita um pouco sobre sua vida. Provavelmente você teve vários momentos que por alguns minutos ou horas parou para pensar na decisão que precisava tomar. Ou na ação que precisava fazer. Por mais simples que fosse. E porque você parou? Porque não queria errar. Colocaram na nossa cabeça tão veementemente que temos que ser perfeitos, que cada passo que dermos tem que ser minuciosamente planejado.
Vejo pelos meus alunos. Uns tremem quando tocam teclado perto de mim, mesmo eles admitindo que tenho paciência e nunca fui de brigar, ao contrario, digo que errar é humano e que simplesmente temos que consertar. Aliás, é uma das coisas que aprendemos com a musica e podemos passar para nossas vidas. Quando você está tocando, seja o instrumento que for, você não pode parar se errar. Senão a banda toda vai perder o compasso, todo mundo vai saber que você errou simplesmente por parar. Aconselho meus alunos a continuarem como se nada tivesse acontecido. Ninguém vai saber que erraram. Apenas eu e eles. E se continuarem, tudo acaba bem no final. Temos que errar, ter consciência disso e esquecer o erro. Mas a maioria, no começo, tem dificuldade de fazer isso. São tão ligados a serem perfeitos, que mostram fisicamente até, através de caretas, que erraram enquanto tocavam. Ou então simplesmente param por não aceitarem seus erros. E quem disse que se você parar vai arrumar o que errou antes? A tendência é o nervosismo tomar conta de você e você errar novamente no mesmo lugar. Há pessoas que chegam ao ponto de desistir de tocar um instrumento porque ao invés de estar ajudando a relaxar, a música está é ajudando a estressá-lo. Costumo dizer no primeiro dia de aula, que até para errar a gente precisa treinar. E é bem por ai. Na vida também. Quando erramos ficamos sem direção por algum tempo. Não nos perdoamos facilmente. Exatamente como não costumamos perdoar quem erra com a gente. E falando sobre esses dois erros chego ao ponto que queria quando coloquei o título desse texto.
Há pessoas que de tanto não aceitarem os seus erros, quando a vida já começa a cobra-lo os erros cometidos no passado, começam a fazer o que qualquer pessoa com o mínimo de orgulho faria: culpar os outros. A sua vida profissional não está do jeito que você gostaria? Culpa do seu chefe, ou do colega invejoso, ou da vida mesmo que não te deu mais oportunidade de crescer. Seu relacionamento amoroso vai mal? Culpa é do parceiro ou parceira que não entende você direito, ou faz a lista de defeitos que a pessoa tem e por isso você não agüenta. E quando você troca de parceiro ou parceira e o problema continua, a culpa é de todos, eles ou elas, porque você simplesmente não encontrou a pessoa ideal. Você brigou com o seu irmão, seu pai, sua mãe ou qualquer membro da família? A culpa é de quem? Deles que nunca te entendem, ou porque são sempre tão intransigentes.
O que devemos analisar é que primeiro: TODOS temos parcela de culpa em TUDO o que acontece em nossas vidas. Sejam coisas boas ou ruins. Quanto mais rápido conseguirmos admitir que não somos perfeitos e nem devemos ser, mais rápido solucionamos o problema. Nossa obrigação é sempre melhorar. Sempre ir em frente. Sempre evoluir. O quanto não importa. Segundo: De quem é a culpa pouco importa quando se tem um problema. Para que jogar nos outros um peso que nós mesmos não conseguimos carregar? O peso da culpa?
Aceitemos que todos temos parcela de culpa e que todos erramos sim, porque estamos aprendendo. Só vamos ter cuidado e auxiliarmos uns aos outros, para não persistirmos sempre no mesmo erro.
Vejo pelos meus alunos. Uns tremem quando tocam teclado perto de mim, mesmo eles admitindo que tenho paciência e nunca fui de brigar, ao contrario, digo que errar é humano e que simplesmente temos que consertar. Aliás, é uma das coisas que aprendemos com a musica e podemos passar para nossas vidas. Quando você está tocando, seja o instrumento que for, você não pode parar se errar. Senão a banda toda vai perder o compasso, todo mundo vai saber que você errou simplesmente por parar. Aconselho meus alunos a continuarem como se nada tivesse acontecido. Ninguém vai saber que erraram. Apenas eu e eles. E se continuarem, tudo acaba bem no final. Temos que errar, ter consciência disso e esquecer o erro. Mas a maioria, no começo, tem dificuldade de fazer isso. São tão ligados a serem perfeitos, que mostram fisicamente até, através de caretas, que erraram enquanto tocavam. Ou então simplesmente param por não aceitarem seus erros. E quem disse que se você parar vai arrumar o que errou antes? A tendência é o nervosismo tomar conta de você e você errar novamente no mesmo lugar. Há pessoas que chegam ao ponto de desistir de tocar um instrumento porque ao invés de estar ajudando a relaxar, a música está é ajudando a estressá-lo. Costumo dizer no primeiro dia de aula, que até para errar a gente precisa treinar. E é bem por ai. Na vida também. Quando erramos ficamos sem direção por algum tempo. Não nos perdoamos facilmente. Exatamente como não costumamos perdoar quem erra com a gente. E falando sobre esses dois erros chego ao ponto que queria quando coloquei o título desse texto.
Há pessoas que de tanto não aceitarem os seus erros, quando a vida já começa a cobra-lo os erros cometidos no passado, começam a fazer o que qualquer pessoa com o mínimo de orgulho faria: culpar os outros. A sua vida profissional não está do jeito que você gostaria? Culpa do seu chefe, ou do colega invejoso, ou da vida mesmo que não te deu mais oportunidade de crescer. Seu relacionamento amoroso vai mal? Culpa é do parceiro ou parceira que não entende você direito, ou faz a lista de defeitos que a pessoa tem e por isso você não agüenta. E quando você troca de parceiro ou parceira e o problema continua, a culpa é de todos, eles ou elas, porque você simplesmente não encontrou a pessoa ideal. Você brigou com o seu irmão, seu pai, sua mãe ou qualquer membro da família? A culpa é de quem? Deles que nunca te entendem, ou porque são sempre tão intransigentes.
O que devemos analisar é que primeiro: TODOS temos parcela de culpa em TUDO o que acontece em nossas vidas. Sejam coisas boas ou ruins. Quanto mais rápido conseguirmos admitir que não somos perfeitos e nem devemos ser, mais rápido solucionamos o problema. Nossa obrigação é sempre melhorar. Sempre ir em frente. Sempre evoluir. O quanto não importa. Segundo: De quem é a culpa pouco importa quando se tem um problema. Para que jogar nos outros um peso que nós mesmos não conseguimos carregar? O peso da culpa?
Aceitemos que todos temos parcela de culpa e que todos erramos sim, porque estamos aprendendo. Só vamos ter cuidado e auxiliarmos uns aos outros, para não persistirmos sempre no mesmo erro.