Desde nossa infância nos é colocado como a palavra desistir faz apenas parte do vocabulário de uma pessoa perdedora. Fazem-nos acreditar que se nunca desistirmos do que sonhamos, se batalharmos passando por cima de nossas forças já limitadas, que chegaremos ao tal sonho esperado. Será? Será mesmo que desistir é a decisão de um perdedor? Ou de um sábio?
Devemos saber quando desistir. Não é fácil. Talvez seja mais difícil do que continuar tentando passar por cima de nossas forças. Porque o desistir requer mudança. Requer deixar um pensamento, uma idéia, um sonho, um alguém para trás. Às vezes era aquele sonho, aquela determinação, aquela esperança que te fazia acordar e encontrar forças para mais um dia de batalha. E como saber que a hora de desistir chegou?
Sinto informar, mas eu não faço a mínima idéia. Porém talvez isso faça sentindo. Há uma musica da Madonna chamada “The Power of Goodbye” (o poder do adeus), que diz na sua letra que “a dor é um aviso que há algo errado”. Talvez quando essa determinação não traga mais nada além de dor, seja hora de desistir. Admitir que talvez não fosse para ser do jeito que você imaginou que seria. Admitir que se estava errado. E qual é o problema disso? Por que temos uma aversão pavorosa de errar se somos humanos imperfeitos? Devemos errar e arrumar o que está errado. Esse é o objetivo da vida. Devemos ter sonhos e esperanças que nos tragam algo a mais do que realização pessoal. Quantas vezes insistimos, batemos o pé com a vida que queremos tal coisa e quando finalmente conseguimos percebemos que não era bem como imaginávamos. E aí vem aquele vazio, o mesmo vazio de quando desistimos de um sonho e não temos razão para acordar no dia seguinte com uma diferença: quando desistimos de algo que já estava nos fazendo sofrer mais do que outra coisa, até temos o tal vazio, mas também sentimos paz. E meus amigos, paz de espírito só se sente à falta quando a perdemos.
Há três ditados populares que podem nos ajudar a decidir se devemos desistir de uma determinada coisa ou não. O primeiro: “água mole pedra dura tanto bate até que fura” – acreditem conheço gente que consegue as coisas assim. O segundo: “cuidado com o que você deseja porque você pode conseguir” – acho que essa experiência todo mundo já provou ou irá provar. E finalmente o terceiro: “Nadou, nadou, nadou e morreu na praia”. Não direi qual desses ditados, em minha opinião, é o mais correto. Acho que os três tem a sua validade. Depende do sonho e da pessoa que está sonhando.
Devemos saber quando desistir. Não é fácil. Talvez seja mais difícil do que continuar tentando passar por cima de nossas forças. Porque o desistir requer mudança. Requer deixar um pensamento, uma idéia, um sonho, um alguém para trás. Às vezes era aquele sonho, aquela determinação, aquela esperança que te fazia acordar e encontrar forças para mais um dia de batalha. E como saber que a hora de desistir chegou?
Sinto informar, mas eu não faço a mínima idéia. Porém talvez isso faça sentindo. Há uma musica da Madonna chamada “The Power of Goodbye” (o poder do adeus), que diz na sua letra que “a dor é um aviso que há algo errado”. Talvez quando essa determinação não traga mais nada além de dor, seja hora de desistir. Admitir que talvez não fosse para ser do jeito que você imaginou que seria. Admitir que se estava errado. E qual é o problema disso? Por que temos uma aversão pavorosa de errar se somos humanos imperfeitos? Devemos errar e arrumar o que está errado. Esse é o objetivo da vida. Devemos ter sonhos e esperanças que nos tragam algo a mais do que realização pessoal. Quantas vezes insistimos, batemos o pé com a vida que queremos tal coisa e quando finalmente conseguimos percebemos que não era bem como imaginávamos. E aí vem aquele vazio, o mesmo vazio de quando desistimos de um sonho e não temos razão para acordar no dia seguinte com uma diferença: quando desistimos de algo que já estava nos fazendo sofrer mais do que outra coisa, até temos o tal vazio, mas também sentimos paz. E meus amigos, paz de espírito só se sente à falta quando a perdemos.
Há três ditados populares que podem nos ajudar a decidir se devemos desistir de uma determinada coisa ou não. O primeiro: “água mole pedra dura tanto bate até que fura” – acreditem conheço gente que consegue as coisas assim. O segundo: “cuidado com o que você deseja porque você pode conseguir” – acho que essa experiência todo mundo já provou ou irá provar. E finalmente o terceiro: “Nadou, nadou, nadou e morreu na praia”. Não direi qual desses ditados, em minha opinião, é o mais correto. Acho que os três tem a sua validade. Depende do sonho e da pessoa que está sonhando.
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