As pessoas costumam julgar as outras. Desdenhar de como as pessoas podem ser tão controladas, tão dependentes de algo ou alguém. O problema é que nós temos os olhos tão concentrados nas pessoas a nossa volta, que não conseguimos enxergar as nossas próprias dependências. Por mais autoconfiante que você seja, por mais perfeito que você ou sua vida possa parecer, todos nós temos inseguranças e com elas cria-se uma dependência.
A dependência pode ser de vários graus e de várias coisas: drogas, lícitas ou ilícitas, bebidas, cigarro ou até pessoas. Os graus que a dependência ocorre estabelecerão em que nível será a conseqüência dessa dependência, e quem será atingido com ela. Na maioria das vezes arrastamos alguém a sofrer conosco quando a dependência é num nível elevado. Às vezes, até num nível menor. Exemplo: se alguém, seja sua mãe ou uma auxiliar doméstica, limpa seu quarto, guarda suas coisas sabendo onde elas estão melhor do que você, lava suas roupas, incluindo roupas íntimas, eu diria que você é bastante dependente. Tanto quanto uma pessoa que fuma há no mínimo uns 20 anos. Mas não se sinta mal. A maioria da raça humana é dependente, principalmente de alguém. O problema é quando essa dependência vira uma doença.
Nessa última sexta-feira uma moça foi assassinada dentro de uma das faculdades pela qual passei. O ex-companheiro dela não se conformou com o término do relacionamento, após 11 anos e foi atrás dela para tentar reatar. Ele tinha acesso a faculdade, pois havia estudado lá anteriormente. Entrou, tentou conversar com ela, fazê-la perceber o quanto “ele não podia viver sem ela” (palavras dele). Porém após perceber que além de não existir a possibilidade de volta, ela mostrava desprezo por ele, pegou a tesoura que estava perto de uma das mesas e a feriu no pescoço, sendo mortal.
Sei que a postagem de hoje está parecendo mais reportagem da seção policial de um jornal, mas chamo a atenção de vocês a esse caso para lançar as seguintes perguntas: Quantas vezes mais vamos ter que ouvir uma notícia dessa até perceber que todo o nosso problema é interno? Que a maioria dos problemas da sociedade em que vivemos vem de dentro de cada um de nós? E como podemos mudar isso? Não sei se tenho a resposta para essa pergunta, mas sei que a solução não está em ficar comentando e julgando a dependência de ninguém, nem mesmo desse homem. A resposta está dentro de cada um de nós. Quando nós pararmos de correr tanto, para chegar sabe-se Deus onde, e descobrimos quem realmente somos, com nossa força e principalmente nossas fraquezas, e aprender a lidar com elas, ou até quem sabe eliminá-las, é que seremos e faremos os outros mais felizes.
Só quero que lembrem de uma coisa: há sim pessoas inesquecíveis, seja por ter nos feito algo ruim ou algo bom, mas o fato de não esquecermos essas pessoas não significa que não podemos viver sem elas. Apenas significa que em um certo ponto, por um certo período elas nos fizeram muito felizes ou nos fizeram aprender algo. E sem todas essas pessoas que passaram por nossa vida, que nos marcaram de alguma forma, não seríamos quem nós somos hoje. Mas nascemos sem elas e podemos continuar vivendo sem elas. Está na hora de aprendermos que o amor, acima de tudo é aprender a deixar em liberdade aquilo ou aquele que amamos.
A dependência pode ser de vários graus e de várias coisas: drogas, lícitas ou ilícitas, bebidas, cigarro ou até pessoas. Os graus que a dependência ocorre estabelecerão em que nível será a conseqüência dessa dependência, e quem será atingido com ela. Na maioria das vezes arrastamos alguém a sofrer conosco quando a dependência é num nível elevado. Às vezes, até num nível menor. Exemplo: se alguém, seja sua mãe ou uma auxiliar doméstica, limpa seu quarto, guarda suas coisas sabendo onde elas estão melhor do que você, lava suas roupas, incluindo roupas íntimas, eu diria que você é bastante dependente. Tanto quanto uma pessoa que fuma há no mínimo uns 20 anos. Mas não se sinta mal. A maioria da raça humana é dependente, principalmente de alguém. O problema é quando essa dependência vira uma doença.
Nessa última sexta-feira uma moça foi assassinada dentro de uma das faculdades pela qual passei. O ex-companheiro dela não se conformou com o término do relacionamento, após 11 anos e foi atrás dela para tentar reatar. Ele tinha acesso a faculdade, pois havia estudado lá anteriormente. Entrou, tentou conversar com ela, fazê-la perceber o quanto “ele não podia viver sem ela” (palavras dele). Porém após perceber que além de não existir a possibilidade de volta, ela mostrava desprezo por ele, pegou a tesoura que estava perto de uma das mesas e a feriu no pescoço, sendo mortal.
Sei que a postagem de hoje está parecendo mais reportagem da seção policial de um jornal, mas chamo a atenção de vocês a esse caso para lançar as seguintes perguntas: Quantas vezes mais vamos ter que ouvir uma notícia dessa até perceber que todo o nosso problema é interno? Que a maioria dos problemas da sociedade em que vivemos vem de dentro de cada um de nós? E como podemos mudar isso? Não sei se tenho a resposta para essa pergunta, mas sei que a solução não está em ficar comentando e julgando a dependência de ninguém, nem mesmo desse homem. A resposta está dentro de cada um de nós. Quando nós pararmos de correr tanto, para chegar sabe-se Deus onde, e descobrimos quem realmente somos, com nossa força e principalmente nossas fraquezas, e aprender a lidar com elas, ou até quem sabe eliminá-las, é que seremos e faremos os outros mais felizes.
Só quero que lembrem de uma coisa: há sim pessoas inesquecíveis, seja por ter nos feito algo ruim ou algo bom, mas o fato de não esquecermos essas pessoas não significa que não podemos viver sem elas. Apenas significa que em um certo ponto, por um certo período elas nos fizeram muito felizes ou nos fizeram aprender algo. E sem todas essas pessoas que passaram por nossa vida, que nos marcaram de alguma forma, não seríamos quem nós somos hoje. Mas nascemos sem elas e podemos continuar vivendo sem elas. Está na hora de aprendermos que o amor, acima de tudo é aprender a deixar em liberdade aquilo ou aquele que amamos.
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