Todo mundo mente. Sei que isso é uma afirmação generalizada, mas é a pura verdade. Porém, para não desagradar ninguém com a minha generalização, vou mudá-la um pouco: Todo mundo já mentiu, mente ou irá mentir. Mentir costuma ter apenas desvantagens, pois ela tem perna curta, você perde a credibilidade e a confiança das pessoas para quem mentiu, mas ainda assim, todo mundo continua mentindo. Eu odeio mentira, mas não serei hipócrita a dizer que nunca menti, ou que não continuo mentindo. E ainda assim, não me considero uma mentirosa. Então cheguei a uma conclusão: para que alguém seja considerado realmente mentiroso você precisa verificar o grau da mentira contada e o quanto essa pessoa está acostumada a mentir. A maioria das pessoas mente por medo. Não venha me dizer que você é diferente, que você mente para não magoar os outros, como se sua mentira fosse uma caridade. Se não quer magoar alguém não faça a ação que machucará a pessoa, porque ai você não precisa mentir. Nós mentimos porque queremos fazer a determinada ação, mesmo sabendo que ela é errada, e temos medo de sermos pegos. Ou então mentimos quando uma pessoa pergunta algo que nós sabemos que a resposta não será de seu agrado. Então para que a pessoa não fique brava conosco e não precisarmos dar muita justificação, nós escolhemos mentir.
Adoro pegar alguém na mentira. Já reparou como a pessoa não consegue raciocinar e inventar outra mentira plausível para encobrir a que foi descoberta? Um ex-namorado meu costumava colocar a mão no bolso e abaixar um pouco a cabeça quando estava mentindo. Chegava a ser engraçado ele tentar fazer charminho pra encobrir suas safadezas.
Mas existem pessoas que tem pós-graduação em mentira. Esses, para mim, são os psicopatas. Eles vivem a mentira, eles acreditam no que inventam e é por isso que se torna tão real aos outros. Essas pessoas constroem a mentira, outra vida, outro personagem para viverem e acabam envolvendo as pessoas ao seu redor nesse jogo falso. Está achando um exagero? Está pensando que você não conhece ninguém assim? Pois observe mais a sua volta e veja se não está enganado. Eu, no mínimo, já conheci dois. Uma mulher e um homem. A mulher era uma menina na época. Estudava comigo e namorava um primo meu. Até então não desconfiávamos de nada. Até que ela começou a querer jogar meu primo contra mim e vice-versa. Eu e meu primo percebemos e conversamos seriamente. Depois disso descobrimos que ela era compulsiva na mentira, que estava num tratamento com psicólogo. O outro é um homem feito, que com o seu charme e seu conhecimento em como agradar uma mulher, sabe levar várias com a sua lábia. Antes que vocês se perguntem, não eu não fui uma delas, eu apenas o tenho como colega. Soube que a vida dele é uma mentira. Ele inventa tudo o que ele gostaria que estivesse acontecendo em sua vida, mas não está. Gosta de se sentir superior aos outros, gosta de ter as pessoas aos seus pés. Só que o seu problema é que ele não tem. As pessoas quando descobrem suas mentiras não ficam chateadas, depressivas, dependentes dele, como ele gostaria, elas ficam bravas, possessas da vida. É ele que é o depressivo, o dependente, o dominado pela família. Para não se sentir mal, tenta enganar os outros, mas no fundo só está enganando a si mesmo.
Já conversamos aqui no blog sobre as ilusões. Penso que elas necessárias, tanto quanto as pequenas mentiras, mas sem exageros. A realidade é muito dura. Se não tivermos o que sonhar, o que almejar, mesmo sendo um oásis distante, a vida fica muito mais difícil, sem sabor. Mas muito cuidado com o exagero. Não caia em armadilhas que você mesmo possa criar. O conselho que eu daria a esse colega, se ele não mentisse veementemente que esta tudo bem, é de que desabafar faz bem. Que ninguém precisa ser uma rocha, fingir que está tudo bem para si quando na verdade não está. Que o único que cai nessa mentira é ele mesmo e nada disso vale a pena. A vida é muito curta para ser desperdiçada assim e só traz sofrimento e inimizades.
E para você, que possa ser ou estar sendo vítima de alguém parecido, meu conselho é para ter cuidado. Nem tudo que reluz é ouro. Nem sempre a pessoa que diz exatamente o que você queria ouvir está sendo sincera. Pode ser apenas uma mentira de muitas já contadas.
Adoro pegar alguém na mentira. Já reparou como a pessoa não consegue raciocinar e inventar outra mentira plausível para encobrir a que foi descoberta? Um ex-namorado meu costumava colocar a mão no bolso e abaixar um pouco a cabeça quando estava mentindo. Chegava a ser engraçado ele tentar fazer charminho pra encobrir suas safadezas.
Mas existem pessoas que tem pós-graduação em mentira. Esses, para mim, são os psicopatas. Eles vivem a mentira, eles acreditam no que inventam e é por isso que se torna tão real aos outros. Essas pessoas constroem a mentira, outra vida, outro personagem para viverem e acabam envolvendo as pessoas ao seu redor nesse jogo falso. Está achando um exagero? Está pensando que você não conhece ninguém assim? Pois observe mais a sua volta e veja se não está enganado. Eu, no mínimo, já conheci dois. Uma mulher e um homem. A mulher era uma menina na época. Estudava comigo e namorava um primo meu. Até então não desconfiávamos de nada. Até que ela começou a querer jogar meu primo contra mim e vice-versa. Eu e meu primo percebemos e conversamos seriamente. Depois disso descobrimos que ela era compulsiva na mentira, que estava num tratamento com psicólogo. O outro é um homem feito, que com o seu charme e seu conhecimento em como agradar uma mulher, sabe levar várias com a sua lábia. Antes que vocês se perguntem, não eu não fui uma delas, eu apenas o tenho como colega. Soube que a vida dele é uma mentira. Ele inventa tudo o que ele gostaria que estivesse acontecendo em sua vida, mas não está. Gosta de se sentir superior aos outros, gosta de ter as pessoas aos seus pés. Só que o seu problema é que ele não tem. As pessoas quando descobrem suas mentiras não ficam chateadas, depressivas, dependentes dele, como ele gostaria, elas ficam bravas, possessas da vida. É ele que é o depressivo, o dependente, o dominado pela família. Para não se sentir mal, tenta enganar os outros, mas no fundo só está enganando a si mesmo.
Já conversamos aqui no blog sobre as ilusões. Penso que elas necessárias, tanto quanto as pequenas mentiras, mas sem exageros. A realidade é muito dura. Se não tivermos o que sonhar, o que almejar, mesmo sendo um oásis distante, a vida fica muito mais difícil, sem sabor. Mas muito cuidado com o exagero. Não caia em armadilhas que você mesmo possa criar. O conselho que eu daria a esse colega, se ele não mentisse veementemente que esta tudo bem, é de que desabafar faz bem. Que ninguém precisa ser uma rocha, fingir que está tudo bem para si quando na verdade não está. Que o único que cai nessa mentira é ele mesmo e nada disso vale a pena. A vida é muito curta para ser desperdiçada assim e só traz sofrimento e inimizades.
E para você, que possa ser ou estar sendo vítima de alguém parecido, meu conselho é para ter cuidado. Nem tudo que reluz é ouro. Nem sempre a pessoa que diz exatamente o que você queria ouvir está sendo sincera. Pode ser apenas uma mentira de muitas já contadas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário